Um estudo da Chubb, realizado em 9 países da América Latina, revela no Brasil a magnitude da lacuna entre a preocupação com a perda de renda e a proteção real com que contam os trabalhadores, sejam eles empregados, autônomos ou da economia informal. No país, 63% temem perder o emprego ou a fonte de renda, mas 57% não contam com nenhum tipo de proteção. Para as instituições financeiras brasileiras, essa lacuna é uma oportunidade concreta.
O estudo entrevistou 3.150 pessoas em 9 países da América Latina, incluindo o Brasil. Os dados mostram uma demanda real e quantificada, não uma suposição de mercado.
Empregados, autônomos, freelancers e trabalhadores da economia informal. 31% da força de trabalho brasileira trabalha por conta própria, e metade desses trabalhadores atua na Gig Economy, a maior proporção entre os países estudados.
A proteção de renda é ativada como uma camada adicional sobre créditos, cartões, contas e faturas. Sem criar um produto novo, protege-se um já existente.
O estudo revela uma desconexão profunda no Brasil: a preocupação com a perda de renda é alta, 63% dos brasileiros estão muito ou bastante preocupados, mas a contratação de seguros que protejam contra essa contingência continua baixa. Mais da metade dos brasileiros (57%) não conta com nenhum tipo de cobertura.
E quando a perda de renda ocorre, as consequências são imediatas: 37% temem não conseguir comprar alimentos, 20% temem não conseguir pagar os serviços básicos, 13% temem não conseguir cobrir o aluguel ou a hipoteca. A proteção de renda não é um produto abstrato: responde às preocupações mais concretas de milhões de famílias brasileiras.
"Devemos incentivar a proteção da família como prioridade. Sabemos que é o que mais preocupa os latino-americanos, mas existe uma lacuna significativa quando perguntamos se estão tomando medidas concretas para garantir essa proteção."
Mónica Triviño, SVP A&H, Chubb América Latina
A situação é particularmente relevante para os trabalhadores independentes brasileiros. 31% da força de trabalho do país trabalha por conta própria, e metade desses trabalhadores (50%) atua como gig worker, a maior proporção entre os nove países estudados. São pessoas que não contam com benefícios trabalhistas tradicionais e que enfrentam a perda de renda sem nenhuma rede de proteção.
Dentro do estudo regional, o Brasil tem sua própria combinação de preocupação, desproteção e demanda. Os dados abaixo mostram onde está a oportunidade no país.
Indicador | Brasil |
Teme perder a renda | 63% |
Perdeu o emprego (últimos 3 anos) | 29% |
Não tem seguro | 57% |
Interesse em contratar proteção de renda | 54% |
Trabalhadores autônomos/independentes | 31% |
Fonte: Estudo quantitativo Chubb/Artool SPA, Q4 2024. Amostra de 3.150 pessoas maiores de 18 anos com acesso à internet em 9 países da América Latina. Margem de erro ±5,2% por país. Nível de confiança de 95%.
A preocupação é alta. A proteção, baixa. E as consequências dessa lacuna são absorvidas pela família.
"A perda de renda não representa apenas uma ruptura econômica. Também é um golpe emocional e familiar. Os seguros de proteção de renda são uma ferramenta essencial para sustentar a estabilidade do lar."
A Chubb oferece soluções de proteção de renda que são ativadas como camada adicional sobre os produtos financeiros que os bancos já oferecem. Sem atrito, com integração direta.
Renda protegida
Pagamento de 70% da média de rendimentos dos últimos 3 meses diante de eventos inesperados. Projetado para trabalhadores autônomos, freelancers e trabalhadores da economia informal. Protege a continuidade financeira das famílias. 92% dos independentes pagaria por essa proteção.
Serviços protegidos
Os clientes podem manter ativos por 6 a 12 meses os serviços básicos do lar (aluguel, eletricidade, água, internet) em caso de acidentes, doenças, incapacidade ou falecimento. Mais de 9 milhões de faturas protegidas com parceiros na Ásia-Pacífico. A partir de US$ 3,90/mês.
Crédito protegido
Cobre o saldo mínimo ou total do empréstimo, mantém o crédito ativo e reduz os pagamentos em atraso em caso de hospitalização, incapacidade ou falecimento. Protege a continuidade do pagamento e a saúde do crédito do cliente. Mais de 5 milhões de apólices ativas.
Todos os usuários de uma plataforma financeira enfrentam riscos diante da perda de renda. O que muda é o perfil, a realidade de trabalho e o produto de proteção que faz mais sentido para cada um.
© 2026 Chubb. Estudo realizado pela Artool SPA, Q4 2024. Chubb LATAM, External Comms & Earned Media. Recorte Brasil.
Fonte original: https://www.chubb.com/latam-microsites/57-porciento-de-los-latinoamericanos-contrataria-proteccion-de-ingresos.html