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O esporte ao ar livre ou em contacto com a natureza ocupa boa parte do tempo de Luis Serrano: ele pratica a pesca e a caça ecológica, além de ser instrutor de arco composto, modalidade na qual representou o Equador há alguns anos nos Jogos Bolivarianos. Até recentemente, também tinha uma loja para esportes ao ar livre.

Essa experiência, Luiz assegura que lhe ensinou muito quando se dedica à sua outra paixão: trabalhar no mundo dos seguros. “O esporte treina você em todas as áreas”, explica ele. “Com ele você aprende disciplina, dedicação, esforço... e também que um treinamento de boa qualidade te trará melhores resultados.”.

Chegou ao mercado segurador por intermédio de seu pai, o advogado Julio Serrano Alomía, com quem Luis trabalhou durante anos, após cursar marketing na Barry University (Flórida) e se formar em resseguro na empresa Scor, na França. Hoje ele trabalha de forma independente, com o apoio de alguns colaboradores externos. 

Jaime Ernesto

“Hoje a Chubb ocupa cerca de 60% do meu portfólio e possivelmente chegará a 90% em dois anos. Com vocês, sempre obtenho resultados positivos, sem exceção. Os resultados de vendas têm sido significativos”. 

 

Luis garante que a marca deixada pela profissão do pai tem sido fundamental para entender melhor as chamadas “letras miúdas” que muitos segurados temem. Isto permitiu a construção de um perfil que define como “essencialmente técnico”, que os seus clientes valorizam com uma renovação superior a 99%, e que se traduz nos principais parâmetros que norteiam o seu trabalho:

  • Entender onde está o seu valor agregado. Para Luis, esse valor está no trabalho de assessoria, que deve ser “objetivo, prático e especializado”. É por isso que eu sempre apresento apenas uma opção para meus clientes, nunca ofertas comparativas. “O que me pedem é que eu faça uma análise, por isso apresento apenas o que, depois de estudar bem todos os riscos, é para mim a melhor alternativa em cada caso”, explica. Nessa busca, sempre se joga pela qualidade da oferta, e não por um preço tentador.
  • Ser honesto e transparente desde o começo. Luis sabe que nem todos os clientes sempre entendem o jargão das apólices. Nesse sentido, uma comunicação clara e assertiva é fundamental para evitar a geração de falsas expectativas. "O seguro é um bem intangível, uma probabilidade, uma suposição. No final, o que você vende é simplesmente a confiança. Por isso, quando você é claro e sincero sobre sua oferta, você constrói relacionamentos que perduram por muito tempo ”, explica.
  • Escolher clientes e seguradoras com cuidado. “Não vou fazer uma cotação a um cliente do qual tenho dúvidas sobre sua credibilidade financeira”. Quanto aos seus segurados, preocupa-se em trabalhar com quem lhe possa dar apoio e segurança. “O primeiro a exigir algo em nome dos meus clientes serei eu mesmo”, diz ele.
  • Aproveitar as vantagens das novas tecnologias, mas não se apoie somente nelas. Luis vê as novas tecnologias como ferramentas úteis para simplificar os procedimentos, mas nunca como um substituto para as vendas presenciais. Ele garante que “se você se dedicar apenas ao digital, pode perder clientes”.